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COPE, BYOD E CYOD: Como escolher a estratégia de mobilidade mais adequada para sua empresa

A cada dia mais empresas estão adotando o uso de tecnologias móveis para a realização de suas operações. E já não era sem tempo! Se antes ter mobilidade era um diferencial, hoje não ter é sinônimo de estar defasado para o mercado. Todos clamam por agilidade, seja para a realização de atividades, seja para tomada de decisão baseada em informações atualizadas e confiáveis. Mas para adotar mobilidade, não basta adquirir dispositivos e sair usando. Muitos são os riscos e as implicações, que vão desde a segurança da informação até demandas trabalhistas. Há a necessidade de se adotar uma estratégia de mobilidade, que defina como a tecnologia será gerenciada, para tirar o máximo proveito diminuindo seus riscos.

Na hora de pensar nesse assunto, muitos gestores se deparam com essas três siglas e por vezes, ficam em dúvida sobre como escolher a mais adequada para o seu negócio. Para ajudar nessa etapa, preparamos esse post que esclarece o que são e as principais diferenças entre COPE, BYOD e CYOD.

COPE: Corporate owned, personally enabled

Essa é a estratégia mais conservadora, indicada para empresas que possuem maior necessidade de ter controle total sobre as operações externas e o uso de dispositivos. Nesse cenário, a empresa adquire os dispositivos e fornece aos colaboradores para uso exclusivo do trabalho. Esses dispositivos geralmente são utilizados junto com uma solução de MDM (mobile device management), que permite aos administradores de TI gerenciar totalmente o uso dos dispositivos, bloqueando recursos que não sejam necessários ou que coloquem em risco os dados da empresa.

BYOD: Bring your own device

BYOD talvez seja a mais popular das três siglas e tem chamado muita atenção ultimamente, devido ao fenômeno da consumerização. Trata-se da estratégia que permite que os colaboradores de uma empresa levem seus próprios dispositivos para uso no trabalho. No entanto, recentemente tem sido levantada uma calorosa discussão, no que se refere às expectativas. As empresas têm a ideia de que, ao permitir o uso de dispositivos particulares para o trabalho poderão economizar na aquisição e manutenção do hardware. Porém, os riscos para a informação serão aumentados. Além disso, se não houver critério na liberação, a quantidade de plataformas com características diferentes “dará um nó” na administração de TI, pois cada fabricante, mesmo tendo o mesmo sistema operacional, tem características diferentes. Isso pode aumentar bastante os custos de gestão e controle, além de deixar os dados corporativos mais vulneráveis. Para garantir a segurança, novamente vamos aos sistemas de gerenciamento de dispositivos móveis. Contudo, o uso de MDM pode acabar sufocando o BYOD, já que o principal ganho dessa estratégia é a experiência do usuário, que já está familiarizado com o seu dispositivo. A maioria das soluções de MDM para BYOD utiliza o conceito de conteinerização, criando contêiners que agrupam informações de um perfil pessoal e outras de um perfil profissional, separando as coisas. Na prática, se torna uma utilização bem complexa e muitas vezes frustrante para o usuário.

CYOD: Choose your own device

O caminho do meio. O CYOD é um meio termo entre a rígidez do COPE e a liberdade total do BYOD. Trata-se de uma estratégia na qual a empresa oferece algumas opções de dispositivos para seus colaboradores, com sistema operacional e características determinadas pela empresa, mas que podem ser utilizados para fins pessoais. Assim como os outros, ele também requer um MDM e a elaboração de uma política de mobilidade que permita a empresa determinar o que pode e o que não pode ser feito.

Na hora de escolher a estratégia de mobilidade para a sua empresa, é importante considerar alguns aspectos. Essa reflexão pode começar a partir dessas questões:

1. Qual o objetivo da sua empresa para a mobilidade?

2. Que tipo de operação em campo suas equipes irão realizar?

3. Quanto vocês estão dispostos a investir?

4. Qual plataforma e fabricante oferece a melhor experiência para o negócio?

5. O que é mais importante? Desempenho do dispositivo, experiência do usuário ou segurança da informação?

6. Seus funcionários aceitariam ter seus dispositivos controlados ou isso pode gerar um desconforto para eles?

7. Se utilizarem dispositivos da empresa para fins pessoais, eles aceitariam ter seus arquivos apagados em caso de perda ou roubo?

8. Qual o TCO (custo total de propriedade) dos dispositivos? Considere custos com equipamentos, plano de dados, MDM, suporte, aprendizado, etc.

9. Estamos prontos para lidar com a complexidade da mobilidade?

10. Respondendo todas as questões anteriores, qual estratégia representa o melhor custo x benefício e em quanto tempo poderemos colocá-la em prática?

Infelizmente, não existe uma fórmula que se possa simplesmente aplicar. Cada caso é um caso e, independente da quantidade de smartphones ou tablets que serão utilizados, a elaboração de uma política de mobilidade é essencial para que essa solução não acabe por gerar uma senhora dor de cabeça.

Fonte: Marketing Mobiltec

Publicada em 07 de julho de 2015

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